Público reclama por mudanças nas novelas do SBT e da Record
SBT e Record estão diante de problemas bem parecidos e convivendo com incertezas também em comum a respeito das suas novelas.
Soluções, evidentemente, devem ser buscadas, mas em ambos os casos, existe a necessidade de análises das mais cuidadosas a respeito. Tocar em feridas. Ou, se não chega a ser um vespeiro, é quase.
Nem cabe, em se tratando das duas, querer contestar os sucessos alcançados ao longo dos tempos.
No SBT, entre as suas primeiras no gênero, “Carrossel”, “Chiquititas” e “Carinha de Anjo”, por exemplo, entraram para a história.
Só que a partir de um determinado momento, ou nas exibições das mais recentes, “A Infância de Romeu e Julieta” e “A Caverna Encantada”, os resultados deixaram de ser os mesmos. Sinal de esgotamento?
A mesmíssima coisa a Record, a respeito das suas realizações no campo bíblico. Foram enormes as suas conquistas, até que a exibição da turca, “Força de Mulher”, em cartaz, demonstrasse o desejo do seu público em também encontrar coisas diferentes.
Difícil demais, tanto para uma quanto para outra, simplesmente abandonar trabalhos que tão bem souberam construir; no entanto, parece ter chegado o momento de se pensar em diversificar, pelo menos um pouco, os seus campos de atuação.
Nem SBT e nem Record reúnem condições de dobrar as suas produções e, no mesmo tempo, colocar dois trabalhos no ar, mas talvez seja o momento de se estabelecer um revezamento. Seguir com o que já existe, mas também procurar, na medida possível, atender outros tipos de público. Complicado.













