Após 2024 com surtos de arboviroses, Sete Lagoas ainda tem índice de infestação acima do ideal

Após 2024 com surtos de arboviroses, Sete Lagoas ainda tem índice de infestação acima do ideal

O ano que passou teve registros preocupantes: 20 mortes e mais de 20.244 casos de chikungunya, fazendo com que Sete Lagoas fosse um dos principais municípios com surto da doença. Entre janeiro e março de 2024, período de pico, eram registrados mais de mil casos semanais. A maior parte das mortes por chikungunya envolve pessoas da faixa de 40 a 90 anos – e em sua maioria, com comorbidades.

A dengue em 2024 teve números alarmantes: 14.569 casos (dentre eles com 85 de forma grave), com sete mortes.

A curvatura de casos não teve grande alteração no final daquele ano e início deste. De acordo com a Prefeitura de Sete Lagoas, o último Levantamento Rápido de Índices para Aedes aegypti (LIRAa), realizado em outubro de 2024 aponta porcentagem de 2% de infestação no município, onde o ideal é abaixo de 1%.

Ainda segundo a pasta (em gestão passada), são as casas o maior foco de mosquito e foram elencados os bairros com maior índice: Interlagos II, Jardim Europa, Jardim Arizona, Boa Vista, Ondina V. de Oliveira (Cidade de Deus), JK, Interlagos I, Montreal, Santa Luzia, Centro III, Santa Eliza, São João I, Glória, Nova Cidade, Orozimbo Macedo, Jardim Primavera, Vila Brasil, São Geraldo, Alvorada, Nossa Senhora do Carmo I, Nossa Senhora do Carmo II, Centro II e Barreiro de Cima.