TDAH: variantes genéticas raras elevam significativamente o risco do transtorno

TDAH: variantes genéticas raras elevam significativamente o risco do transtorno

Um estudo publicado na revista Nature apontou que três variantes genéticas raras podem elevar em até 15 vezes a probabilidade de desenvolvimento do transtorno de déficit de atenção com hiperatividade, distúrbio neurobiológico ligado ao funcionamento cerebral. A pesquisa reforça que a origem genética exerce papel decisivo na manifestação do TDAH. As informações são do O GLOBO.A análise indica que alterações nos genes MAP1A, ANO8 e ANK2 estão associadas a um risco substancialmente maior para o transtorno. As evidências mostram que essas variantes interferem de forma marcante na atuação de genes expressos em células nervosas, prejudicando processos essenciais de desenvolvimento e comunicação neuronal.