Segundo pesquisa nacional, renda média da população de Sete Lagoas é de R$ 1.070

Segundo pesquisa nacional, renda média da população de Sete Lagoas é de R$ 1.070

Com o nome "Mapa da Riqueza no Brasil", a pesquisa cruzou dados do Imposto de Renda do ano de 2020 com a PNAD Contínua. De acordo com os pesquisadores, a desigualdade de renda no país ainda é muito alta do que se imaginava.

De acordo com os pesquisadores da FGV, a pandemia de Covid-19 aumentou a desigualdade entre a parcela mais rica da mais pobre da população - e nem o Auxílio Emergencial pôde fez essa diferença diminuir.

“Se a pessoa declara imposto de renda, declara o que ela tem, se não paga imposto à toa, então há desigualdade por captar mais a renda dos mais ricos. E durante a pandemia, o grupo do meio, a classe média, não teve o auxílio e também não tinha renda do capital para estabilizar o choque adverso”, comenta o diretor da FGV Social, Marcelo Neri.

Renda das cidades da região

Sete Lagoas é, dentro das cidades da região, a que tem maior renda média populacional, sendo superada apenas pelos municípios da região metropolitana de Belo Horizonte - o "vizinho" com mais renda é Caetanóplis. Confira os dados:

Araçaí: R$ 345,11
Paraopeba: R$ 539,54
Caetanópolis: R$ 503,53
Prudente de Morais: R$ 507,23
Matozinhos: R$ 703,03
Funilândia: R$ 345,26
Jequitibá: R$ 335,25
Baldim: R$ 370,01
Santana de Pirapama: R$ 194,23
Inhaúma: R$ 398,11