Funcionário denuncia falta de assistência a detento morto em Minas: preso tinha larvas no pescoço
Conforme a denúncia, o homem, que sofre com crises depressivas, teria feito uso de diversos medicamentos controlados, com o intuito de cometer autoextermínio. Ele foi socorrido por policiais penais da unidade e levado para um hospital de Belo Horizonte, onde permaneceu internado por alguns dias.
No hospital, o presidiário foi submetido a uma traqueostomia, cirurgia feita no pescoço para facilitar a chegada de ar até os pulmões. Após o procedimento, o detento retornou ao presídio, mas, no complexo, não teria recebido os devidos tratamentos médicos.
Por isso, segundo o denunciante, larvas teriam aparecido no pescoço do detento. Com a situação, o homem retirou a traqueostomia da garganta e morreu com dificuldades de respirar. "Além desse detento, outros presidiários já morreram na Jason Soares Albergaria devido à falta de trato médico", revelou em anonimato o funcionário ligado ao presídio.













