Empresa de transporte coletivo pede reajuste de passagem para R$ 6,80 e Conselho Municipal de Transporte e Trânsito autoriza R$ 5,20

Empresa de transporte coletivo pede reajuste de passagem para R$ 6,80 e Conselho Municipal de Transporte e Trânsito autoriza R$ 5,20

Para resolver o impasse, um estudo tarifário prorrogado por uma Comissão Especial, criada pela Portaria nº 16.692 de junho de 2024, foi realizado e servirá como base para o cálculo do novo valor. Após diversas análises e levando em conta a necessidade de garantir a sustentabilidade do serviço, o valor final deverá ser de R$ 5,20, com a aprovação do Conselho Municipal de Transporte e Trânsito de Sete Lagoas. Em nota oficial divulgada recentemente, a Prefeitura de Sete Lagoas destacou que “segue empenhada em defesa dos interesses da população, combatendo aumentos tarifários desproporcionais e promovendo um transporte público eficiente e acessível”.

Atribuições do Conselho Municipal de Transporte e Trânsito de Sete Lagoas

De acordo com a Lei Nº 8308 de 16 de dezembro de 2013 (dispõe sobre a criação do Conselho Municipal de Transporte e Trânsito de Sete Lagoas), as atribuições do órgão são: controlar socialmente e acompanhar a política de transporte e trânsito; contribuir na elaboração das políticas municipais de transporte e mobilidade urbana; emitir pareceres sobre as políticas de transporte e circulação; acompanhar a gestão dos serviços de transporte público, avaliando os operadores e contratos; fiscalizar os serviços de transporte público coletivo e individual (táxi e mototáxi); elaborar o regimento interno do Conselho e estabelecer normas de funcionamento; participar das discussões sobre tarifas de transporte público e emitir e publicar resoluções sobre assuntos de sua competência.

Atrasos quase motivaram paralisação

No início do ano, as tensões cresceram devido às ameaças de paralisação por parte dos funcionários da entrega de Turi, geradas por questões salariais e pelo descumprimento de acordos. “É importante esclarecer que a situação atual, envolvendo o não pagamento integral da folha salarial dos funcionários da supervisão, resulta exclusivamente de decisão e responsabilidade da própria empresa Turi”, informou a Prefeitura de Sete Lagoas em nota.