Como os EUA usam IA como tecnologia de guerra
Uma demonstração do Departamento de Defesa em março mostrou como funciona a plataforma. Veja o passo a passo:
Integração de dados: o sistema reúne informações de sensores e imagens em uma única tela, permitindo visão do campo de batalha.
Filtragem: o operador seleciona e organiza os dados na própria interface.
Identificação de alvos: ao detectar um elemento suspeito, o sistema transforma a informação em um alvo.
Classificação: os alvos são organizados por tipo, o que orienta a tomada de decisão.
Sugestão de ataque: a plataforma cruza dados e indica escolhas.
Decisão e ação: o operador escolhe uma das opções e inicia a operação.
Execução integrada: todo o processo ocorre no mesmo sistema.
Segundo o chefe de IA do departamento, Camaeron Stanley, graças ao programa, o que antes exigia programas diferentes e horas de trabalho humano agora leva minutos.
"Estávamos fazendo isso em cerca de oito ou nove sistemas, onde humanos estavam literalmente movendo detecções de um lado para o outro para chegar ao nosso estado final desejado", disse.
Do Google à Palantir
A Palantir é a empresa responsável pelo software de IA que alimenta o projeto. Mas essa não foi sempre a realidade.
Quando o projeto começou, em 2017, o Google era responsável pelo seu desenvolvimento. Mas questões éticas acerca do uso de IA em conflitos armados fizeram a big tech desistir.
Fonte: G1













