Um homem de 26 anos foi morto a tiros dentro da própria casa, no bairro Planalto, em Sete Lagoas, na noite desta quarta-feira (19).
O caso mobilizou a Polícia Militar, que prendeu dois suspeitos, ambos de 21 anos, pouco tempo depois do crime.
A PM foi acionada pelo Copom e chegou ao local por volta das 22h24. A vítima foi encontrada sem vida, deitada na cama do quarto, com marcas de tiros pelo corpo.
Uma equipe do SAMU foi até o endereço e confirmou a morte. Segundo a avaliação médica inicial, o crime teria acontecido pelo menos duas horas antes da chegada do socorro, com base no estado de rigidez do corpo e na coagulação do sangue.
De acordo com a polícia, dois homens invadiram a residência usando capacetes com as viseiras abaixadas. Um deles portava uma submetralhadora, conhecida popularmente como "macaquinha", e disparou várias vezes contra a vítima. Em seguida, a dupla fugiu sem deixar pistas sobre o destino.
A perícia da Polícia Civil esteve no imóvel e encontrou dez marcas de tiros calibre .380 no quarto seis na parede e quatro no corpo da vítima, que foi atingida duas vezes no tórax e duas vezes no braço direito. As cápsulas foram recolhidas e o corpo, removido pelo serviço funerário local.
Ainda durante o atendimento da ocorrência, dois rapazes de 21 anos foram apontados como possíveis envolvidos no crime. Ambos já têm passagens pela polícia relacionadas a tráfico de drogas e homicídios na região.
O primeiro suspeito foi abordado na Rua Prefeito Alberto Moura, em frente a um posto de combustíveis, no bairro Alphaville. Ele negou envolvimento no crime e disse aos militares que estava em casa com a família no horário do assassinato, afirmando que poderia comprovar o álibi.
O segundo suspeito foi localizado no bairro Orozimbo Macedo e tentou fugir ao perceber a viatura se aproximando, mas foi contido e preso em flagrante por desobediência. Questionado sobre o homicídio, preferiu ficar calado.
Os dois foram levados à Delegacia de Polícia Civil de Sete Lagoas, onde prestaram depoimento e permanecem à disposição da Justiça.
Fonte: Sete Lagoas Notícias
